quinta-feira, 28 de abril de 2011

show de Talentos

Dia 14 de Maio - Aniversário da Escola
Show de Talentos 

- Canto
- Dança
- Dublagem

Participe dessa grande festa! Mostre seus talentos e concorra a prêmios!

Hino de Alfredo Wagner

Em comemoração ao cinquentenário de nossa cidade e com o intuito levar o Hino de Alfredo Wagner a ser conhecido e cantado por nossos alunos, os professores Juliano Norberto Wagner e Caroline Pereira criaram um video do Hino de Alfredo Wagner com legenda... ao fundo imagens de nossa cidade, com suas belezas naturais, seu povo e seu futuro.



Hino de Alfredo Wagner
Letra e Música de José Acácio Santana

1. Cantamos, ó mãe terra, com muita vibração:
És pérola da serra cravada neste chão.
Pousada de tropeiros, antiga Barracão,
aos bravos pioneiros a nossa gratidão.

Estr.:
Alfredo Wagner, terra querida,
enaltecemos tua história e teu valor.
Tu fazes parte da nossa vida,
te bendizemos com orgulho e com amor.

2. Da atividade agrária retiras o teu pão.
Comércio e pecuária também têm projeção.
Na arte e na cultura teus filhos brilharão
e as gerações futuras de ti se orgulharão.

3. De todas as belezas, teu povo é a maior.
Repartes as riquezas ao grande e ao menor.
Ó terra das nascentes, tens muito a oferecer,
sacia a nossa gente na sede de crescer.

9ª Páscoa na Praça

O evento realizado a 9 anos pela EEB. Silva Jardim ocorreu no dia 20 de Abril e foi o maior sucesso. Este ano a Páscoa na praça aconteceu no período vespertino e atraiu um grande número de participantes. 
Atividades como: pintura de rostos, corrida do saco, corrida do balão, arremesso de arcos, tiro ao Alvo “acerte a boca do coelho”, brincadeiras com massa de modelar entre outras fazem parte da programação. Um teatro de páscoa realizado por um grupo de alunas do Ensino Fundamental também foi apresentado e aconteceu o sorteio de uma torta e uma cesta de páscoa.



terça-feira, 19 de abril de 2011

Teatro Páscoa - Creches

As alunas do Ensino Fundamental:  Gabriela, Gabrielle, Ana Carolina, Isabel, Beatriz, Júlia, Mônica, Monique, Viviane, Isadora, Catarini, Cristina, Bruna e Natália orientadas pelas professora Schanaiane, apresentaram um teatro sobre a páscoa aos alunos das Creches Ângela Amim e Primeiros Passos, que fazem parte da Rede municipal. O teatro trata sobre os verdadeiros sentidos da Páscoa. As crianças ficaram encantadas, foram pintadas de coelhinho, brincaram, cantaram, dançaram e curtiram o teatro.






Dia de Teatros

Para comemorar a Páscoa e o dia do índio o 1º e 2º anos apresentaram uma peça teatral referente aos dois temas trabalhados em sala de aula, a partir de projetos.
O Primeiro ano evidencia de uma forma lúdica a amizade, a união e o afeto, sendo estes os reais sentidos da páscoa.

Já, o Segundo ano, demonstra a importância dos elementos da natureza, neste contexto, os índios são os pioneiros na integração homem/meio ambiente.

Os teatros foram idealizados pelas professoras Diani e Cibele , os pais foram convidados juntamente com os outros alunos das séries iniciais para prestigiarem as apresentações.
Confira os teatros:





Índios das 1ºs Anos

Comemorando o dia 19 de Abril os alunos dos primeiros anos se caracterizaram-se de Índios. Eles adoraram, e juntamente com a professora cantaram e dançaram ao som de cantigas indígenas.


Vídeos de Inglês

Os alunos das 7ªs, 8ªs e 3ºs anos 1 e 2 diurno produziram vídeos, após a elaboração de textos em forma de teatro, sobre o vocabulário utilizado na rotina escolar nas aulas de inglês.
O objetivo é comunicar-se em inglês na sala de aula. Alguns alunos adaptaram seus textos a outros temas, o que gerou a variedade de vídeos.
Parabéns alunos do Silva Jardim pela criatividade e dedicação.
Teacher Michelle

Confira os vídeos


















Dia do Índio

Todo dia é dia de índio?
Sim, pois não adianta somente lembrar dos índios apenas um dia. Eles fazem parte de nossa história e têm muito a nos ensinar. Mas, justamente por serem importantes, foi reservada uma data no calendário anual para comemorar o Dia do Índio, que é 19 de abril.
Quer saber porque esse dia? Bem, é que nessa data, no ano de 1940, foi realizado o I Congresso Indígena da América Latina, no México, com objetivo de divulgar a cultura indígena em toda a América e também para que os governos criassem normas em relação à qualidade de vida dos povos indígenas, que ainda sofriam com a discriminação do homem branco.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Show de Talentos Silva Jardim


Data:14 de Maio
Horário: 14 Horas
Local: Ginásio JOCA

Mostre seus talentos... Participe!

Visita ao Museu Arqueolégico

Como parte do Projeto: Índio, uma herança.. As turmas do primário de nossa escola fizeram uma visita ao Museu de Arqueologia da Lomba Alta, fundado no cinqüentenário da morte de Alfredo Henrique Wagner (20 de outubro de 2002) é uma réplica, em estilo suíço-germânico, da residência do patrono do município. Abriga no andar térreo vasto material de interesse arqueológico, geológico, numismático e ecológico, e, no sótão, antiguidades diversas como louças, ferramentas, vestuário, a maioria pertencente à família de Alfredo Wagner.

Atrás do Museu, há um bosque de árvores nativas alfredenses, com todas as espécies frutíferas comestíveis encontradas nas matas do Município.



Ao chegarem ao Museu a senhora Rufina Cunha, funcionária da casa, aguardava a excursão. Ela explicou sobre a criação do museu, a captação das peças e a história do idealizador, o Dr. Altair Wagner. Ao entrarem, os estudantes se depararam com peças pré-históricas, que por si só narram a precariedade da vida dos povos que habitavam Alfredo Wagner em época remota. 



Lá os alunos puderam ter uma visão mais ampla sobre as tribos indígenas que habitavam nosso estado, em especial os choklengs que viviam aqui em nosso município. Conheceram um pouco sobre seu cotidiano, os materiais que usavam para caçar, seus rituais fúnebres, etc.


As salas de Geologia e Paleontologia também foram observadas com curiosidade, especialmente a que abriga fósseis de plantas e raízes, contando dezenas de milhões de anos.

Após ouvirem as instruções da Dona Rufina, a turma foi convidada a mergulhar na vida dos seus antepassados, ou seja, os primeiros colonizadores, subindo os degraus da escada que leva ao sótão. Lá em cima, pilões, louças antigas, lampiões, panelas de ferro e de barro, livros e cadernos antigos, objetos sacros – grande parte dos quais pertencentes ao patrono do município, Alfredo Henrique Wagner – puderam ser analisados com curiosa atenção.


Projeto: INDIOS... UMA HERANÇA!


ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SILVA JARDIM
ALFREDO WAGNER/ SC
PROFESSORA:      DIANI MAFFEI CECHETTO – 1º ano
CIBELE TEREZINHA FARIAS – 2º ano
DALZIRA DOS SANTOS – 4º ano
DENIZE MAFFEI MARIAN – 5º ano

PROJETO DESENVOLVIDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL


INDIOS... UMA HERANÇA!

JUSTIFICATIVA
O governo Federal sanciona uma nova lei, a 11645/08 de 10 março de 2008, que altera o parágrafo 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996 da LDB para incluir a obrigatoriedade do ensino da história e cultura dos povos indígenas que vivem em nosso território. Acreditamos que a LDB e suas alterações devem ter o nosso apoio e esforços para sua efetiva aplicação.
Os índios foram os primeiros povos que habitaram o Brasil. O tema em destaque visa conhecer e valorizar a riqueza cultural e as manifestações indígenas como: lendas, danças, crendices, alimentações, promover o desenvolvimento de uma consciência crítica e também saber das dificuldades enfrentadas pela minoria dos índios existentes hoje no país. Os índios influenciaram em nossa cultura com seus usos e costumes, e é grande a quantidade de palavras que nos legaram.
Hoje, existem poucos indígenas e eles vivem quase como brancos. Poucas tribos conservam seus costumes e tradições.


OBJETIVOS
·     Conhecer e refletir sobre a história dos índios em Santa Catarina;
·     Conhecer, analisar e debater os hábitos e costumes indígenas;
·     Conhecer, analisar e debater a influência indígena em nossa vida;
·     Respeitar os índios com a finalidade de construir a cidadania numa sociedade pluriétnica e pluricultural;
·     Sensibilizar os alunos para as dificuldades enfrentadas pela minoria dos índios existentes no país;
·     Conhecer e valorizar o patrimônio sociocultural brasileiro, posicionando-se contra qualquer discriminação;
·     Analisar os rituais e os mitos como um processo de potencialização dos indivíduos (alunos).


DESENVOLVIMENTO:

1 - Questionar em classe:
- Ainda existe preconceito com os índios?
- O que as crianças sabem, pensam e acham sobre isso?
- O que podem e o querem fazer para ajudar a mudar o quadro dos preconceitos e discriminação?
- A culinária indígena é usada na cozinha brasileira? Como?
- Ainda são encontrados locais de agrupamentos e reservas indígenas?
- Quais são essas tribos? Como vivem? Como se mantêm? Quais os seus atuais costumes?
- Quais são as palavras e costumes de origem indígena?
- Há influência dos índios na Língua Brasileira?
- Há influência dos índios no artesanato?
- Há influência dos índios na medicina caseira? E nos adornos pessoais?


2 - Sensibilização:
- Propor aos alunos que pesquisem e levem para sala de aula recortes de fotos de pessoas que possam parecer descendentes indígenas. Com todas as fotos em mãos, o professor em círculo analisará juntamente com os alunos cada foto. Procurando incentivar para que todos dêem sua opinião. Em um segundo momento listar em um cartaz os conhecimentos que os alunos já têm sobre o assunto.


ATIVIDADES DOS 3ºs, 4ºs, e 5ºs  ANOS

GEOGRAFIA:

1 – Leitura informativa:

Reservas Indígenas
Livro: Santa Catarina de todas as gentes. Pagina 75.

De olho no texto:
a)    Por que foram criadas as reservas indígenas?
b)    O que significa FUNAI?
c)    O que diz a Constituição Federal sobre os indígenas?


2 - Localizar no Mapa do território catarinense onde ainda vivem tribos indígenas.
Livro: Geografia de Santa Catarina. Páginas 24 e 25.

3 - Pesquisar na internet algumas reservas indígenas em Santa Catarina.

- Reserva Tarumã em Araquari.
- Reserva Duque de Caxias em Vitor Meireles.
- Reserva Morro Alto em São Francisco do Sul.
- Reserva Morro dos Cavalos em Palhoça.
- Reserva Laklanó em Ibirama.
- Reserva Xapecó em Ibirama.

4 - Curiosidade:

Você sabia que em Santa Catarina existe vários municípios de origem indígena? Conheça alguns e seus significados. Depois localize-os no mapa abaixo.
MUNICÍPIO                                                  SIGNIFICADO
Ipira                                                               água com peixe
Piratuba                                                       muito peixe
Urubici                                                          pássaro liso, lustroso
Imbituba                                                       muito capim
Campoerê                                                    campo de pulga
Ibirama                                                         terra pátria
Itapema                                                        pedra chata
Itajaí                                                              rio de taiás
Xanxerê                                                       campo de cascavel
Botuverá                                                      montanhas brilhantes
Ibicaré                                                           chão torto
Ibiam                                                             terra alta

5 – Localizar no mapa os municípios acima e destacar criando legenda.


Observação: Consulta de apoio no livro de Geografia de Santa Catarina. Páginas 24 e 25.


HISTÓRIA:

1-  Ler textos do Livro de História sobre os índios Xokleng, Kaingang e Guaranis, refletir e debater sobre suas contribuições para a cultura catarinense.

Livro: Santa Catarina de todas as gentes. Páginas 59 – 62; 67 – 71; 72 – 74.

2-Texto Informativo.

GRUPOS INDÍGENAS EM SANTA CATARINA (3º, 4º e 5º ANOS)
Na época em que os primeiros exploradores chegaram às terras que hoje estão entre os limites do estado de Santa Catarina distinguia-se neste território o Tronco lingüístico Jê = Xokleng e Kaingang. Tronco lingüístico Tupi = Guarani.
Os Guaranis habitavam a faixa litorânea, desde São Francisco do Sul até o Rio Grande do Sul. Teriam se instalado na região a cerca de mil anos atrás.
Os Kaingangs ocupavam a região do planalto, desde as proximidades de São Leopoldo no Rio Grande do Sul até os estados do Paraná e São Paulo. Esses grupos eram seminômades, viviam da caça, da coleta do pinhão e da horticultura com ênfase na cultura do milho.
Na região da Mata Atlântica entre o litoral catarinense e o planalto viviam os Xokleng. Eram formados por diversos grupos compostos de 50 a 300 indivíduos. Os Xoklengs como tribais tinham experiências de lutas. Viviam da caça, da coleta do pinhão, mel e frutas. Tradicionalmente mantinham guerra com os Kaingangs disputando o domínio do planalto. Os Xoklengs viviam entre o litoral e o planalto e foram um dos últimos grupos a terem contato com os imigrantes europeus.
Em Alfredo Wagner as primeiras ocupações humanas ocorreram muito antes do descobrimento do Brasil com os índios Xoklengs. No nosso município encontram-se inúmeros registros arqueológicos e históricos que comprovam a existência desses indígenas.
Atualmente em Santa Catarina, conforme os registros da FUNAI (Fundação Nacional de Assistência ao Índio), existem aproximadamente 5.651 indígenas.

De olho no texto:
a) Quais os dois troncos lingüísticos indígenas que habitavam o território catarinense?
b) Quais as tribos que pertenciam ao tronco lingüístico Jê?
c) Onde habitavam os Guaranis?
d) Em que região de Santa Catarina viviam os Kaingangs?
e) Qual o último grupo indígena a ter contato com os brancos?
f) Que índios viviam no município de Alfredo Wagner?
g) Onde podemos encontrar registros que comprovem a existência de indígenas em nosso município?

3- Visita ao Museu Arqueológico de Alfredo Wagner para observar objetos indígenas encontrados em nosso município.

AUTORIZAÇÂO


Autorizo meu filho ________________________________a ir juntamente com a Professora, visitar o Museu Arqueológico de Alfredo Wagner, na localidade de Lomba Alta.
Saída da Escola as 8: 30 hs. Levar lanche.
Nome dos pais ou responsáveis:
________________________________

a) Relate os artefatos indígenas que você visualizou na visita ao Museu Arqueológico de Alfredo Wagner.

4- Vídeos:
Cultura indigena: 
Estudos Regionais - Índios de Santa Catarina:
Todo dia era dia de índio:

a) Atividade sobre os vídeos:
- Comparar o modo de vida dos indígenas dos vídeos com o nosso modo de vida. 

LÍNGUA PORTUGUESA:

1- Produzir, utilizando diferentes formas de expressão, textos individuais, você escreve!

a) Imagine que você é um índio e vai escrever para o chefe de sua tribo, contando tudo que viu, quando os portugueses aqui chegaram com suas caravelas.

b) Imagine que você visitou uma reserva indígena... Como você foi recebido? O que viu lá? O que aprendeu com eles? Vale ilustrar.


2 - Ler história originalmente indígena.

            A lenda do Milho
Os índios Kaingang moravam no Sul do Brasil. Eles contavam uma história para explicar como é que apareceu o milho.
Diziam que, numa certa época, essa tribo sofria muito porque havia pouca comida.
Nessa tribo vivia Nhara, um índio já velho. Nhara rezou ao Deus Tupã e resolveu dar sua vida em troca de um bom alimento para a tribo.
 Ele pediu para os homens de sua família saírem e prepararem um bom terreno, como se fosse para plantar alguma coisa.
 Quando o roçado ficou pronto, Nhara foi até lá com os homens e disse para eles:
- Ficou muito bom. Agora vão todos buscar o cipó.
Os homens foram para o mato e trouxeram cipós bem grossos.
Aí, Nhara falou:
- Agora amarrem o cipó no meu pescoço e me arrastem pela roça até eu morrer. Depois vocês me enterrem bem no centro da roça e vão para o mato e fiquem lá três dias. Quando vocês voltarem, vão encontrar aqui uma planta que nunca mais vai deixar vocês passarem fome.
Os parentes de Nhara não queriam fazer o que ele pediu. Mas aí o velho ficou bravo e falou.
– Eu estou mandando fazer isso para o bem de todos vocês. Se vocês não fizerem o que eu pedi, esse povo todo vai sofrer muita fome. Os índios choravam muito, mas tiveram de fazer o que Nhara mandou.
 Quando eles voltaram da floresta, encontraram a roça coberta de pés de milho. Depois, eles repartiram as espigas maduras com todas as pessoas da tribo que se salvaram da fome.
 É por isso que os índios Kaingang tem o costume de ir para a floresta uns três ou quatro dias depois de plantar as roças. E eles chamam o milho de Nhara, para lembrar o índio que sacrificou sua vida para fazer aparecer esse alimento tão bom.

Vamos ver se você entendeu o texto?
a) Onde moravam os índios Kaingangs?
b) Essa lenda explica o surgimento do quê?
c) Qual a dificuldade que a tribo enfrentava?
d) O que Nhara pediu aos homens de sua família?
e) O que Nhara falou quando os índios se recusaram a arrastá-lo até a morte?
f) Como os índios chamam o milho? Por quê?


3-  Levantar o vocabulário usado pelos indígenas e descobrir seus significados:

Palavras de origem indígena:
Açaí: yasaí - fruta que chora - fruta de onde sai líquido - coquinho pequeno amarronzado, que dá em cachos no açaizeiro (palmeira com o tronco de pequeno diâmetro e folhas finas, que também produz palmito).
Açu: (iguaçu, paraguaçu) grande, considerável, comprido, longo.
Aguapé (tupi): (awa'pé) redondo e chato, como a vitória-régia, plantas que flutuam em águas calmas.
Amapá: (ama'pá) árvore de madeira útil, e cuja casca, amarga, exsuda látex medicinal.
Aracy: a mãe do dia, a fonte do dia, a origem dos pássaros.
Biboca: moradia humilde.
Caboclo: (kariboka) procedente do branco, mestiço de branco com índio (cariboca, carijó, caburé, tapuio).
Canoa: embarcação a remo, esculpida no tronco de uma árvore; uma das primeiras palavras indígenas registradas pelos descobridores espanhóis.
Capenga: pessoa coxa, manca.
Capim: caapii - mato fino - folha delgada.
Carioca: kari'oka, casa do branco.
Catapora: Tatá é fogo, para é interno. Catapora, portanto quer dizer fogo interno. Ou febre intensa, um dos sintomas da doença.
Cipó: plantas trepadeiras e flexíveis que sobem pelas árvores entrançando-se nelas.
Cuica: ku'ika - espécie de rato grande com o rabo muito comprido, semelhante ao canguru - instrumento de percussão feito com um pequeno cilindro em uma de cujas bocas se prende uma pele bem estirada.
Deni: tribo indígena aruaque(aruake), que vive pelos igarapés do vale do rio Cunhuã, entre as desembocaduras dos rios Xiruã e Pauini, Amazônia. Somam cerca de 300 pessoas, e os primeiros contatos com a sociedade nacional ocorreram na década de 60.
Iguaçu: água grande, lago grande, rio grande.
Ipanema: lugar fedorento.
Ipiranga: rio vermelho.
Jacu: (yaku) uma das espécies de aves vegetarianas silvestres, semelhantes às galinhas, perus, faisões.
Juçara: palmeira fina e alta com um miolo branco, do qual se extrai o palmito.
Mandioca: aipim, macaxeira, raiz que é principal alimento dos índios brasileiros.
Mingau: papa de farinha de trigo,de mandioca, de milho ( maizena ) ou aveia. Coisa muito mexida, que ficou mais rala do que se esperava.
Oca: cabana ou palhoça, casa de índio (ocara, manioca).
Pará (1): rio.
Paçoca PA-SOKA: de PO-ÇOC, “esmagar com as mãos”.
Pará (2): prefixo utilizado no nome de diversas plantas.
Paraíba (1): paraiwa, rio ruim, rio que não se presta à navegação.
Paraná: mar
Pernambuco: mar com fendas, recifes.
Pereba: pequena ferida.
Piauí: Rio de piaus (tipo de peixe).
Pindaíba: anzol ruim, quando não se consegue pescar nada.
Pipoca: significa pele estourada.
Piruá: é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
Sergipe: rio do siri.
Tiririca: tiririka - arrastando-se (alastrando-se) - erva daninha famosa pela capacidade de invadir velozmente terrenos cultivados - estado nervoso das pessoas, provocado por um motivo que parece incessante.
Urubu: galinha preta.
Xará: (X-rer-á) tirado do meu nome.
Yara: deusa das águas, lenda da mulher que mora no fundo dos rios.

a) Após a leitura das palavras de origem indígena, escolha cinco palavras e forme frases criativas!


4- Ouvir, ler e interpretar:

Todo Dia Era Dia de índio (Baby Do Brasil)
Curumim chama cunhatã que eu vou contar
Cunhatã chama curumim que eu vou contar
Curumimmm, Cunhatãaaa
Cunhatãaaaa, Curumimmm
Antes que os homens aqui pisassem nas ricas e férteis terras brasilis
Que eram povoadas e amadas por milhões de índios
Reais donos felizes da terra do pau Brasil
Pois todo dia e toda hora era dia de índio
Mas agora eles tem só um dia
Um dia dezenove de abril
Amantes da pureza e da natureza
Eles são de verdade incapazes
De maltratarem as fêmeas
Ou de poluir o rio, o céu e o mar
Protegendo o equilíbrio ecológico
Da terra, fauna e flora, pois na sua história
O índio é exemplo mais puro
Mais perfeito, mais belo
Junto da harmonia, da fraternidade
E da alegria, da alegria de viver
Da alegria de amar
Mas, no entanto agora
O seu canto de guerra
É um choro de uma raça inocente
Que já foi muito contente
Pois antigamente
Todo dia era dia de índio.
  

MATEMÁTICA

1.    Lição de cidadania e na matemática.

a)    Leia o que diz o jornal “A Notícia” de 24 de novembro de 2003 na página A7:
“Santa Catarina possui 33 escolas indígenas que contam com mais de 1.300 alunos das etnias Guarani, Xokleng e Kaingang, sob a responsabilidade da Secretaria de Estado da Educação e Inovação. (...)
Na Constituição de 1988, após intensa pressão de diversas lideranças indígenas, no artigo 210, inciso 2º, foram respaldados legalmente os direitos dos povos indígenas de possuírem uma escolarização diferente” – que respeite sua língua e seus costumes.

b)  Escreva por extenso os números que aparecem na reportagem.

c)  No número 1988 possui quantas classes e quantas ordens?

d)  O número 33 possui quantas dezenas?

e)  O inciso 2º citado na reportagem é um número:
(   ) Cardinal
(   ) Ordinal
(   ) Romano



ATIVIDADES DOS SEGUNDOS ANOS


HISTÓRIA

19 DE ABRIL – DIA DO ÍNDIO

É mais do que justo homenagear o índio, o primeiro dono das terras do Brasil. Os índios influenciaram em nossa cultura com seus usos e costumes, e é grande a quantidade de palavras que nos legaram como: paçoca, capim, cipó, catapora, mingau, urubu, entre outras.
Hoje, existem poucos índios e eles vivem quase como brancos. Poucas tribos conservam os costumes e tradições indígenas como: morar em ocas, dormir em redes, pintar o corpo e enfeitar-se com colares.
Em Alfredo Wagner encontram-se inúmeros registros arqueológicos que comprovam a existência dos índios Xokleng em nossa região.
Atualmente em santa Catarina, conforme os registros da FUNAI ( fundação de assistência ao índio), existem ainda aproximadamente 5.651 indígenas em nosso estado.


1-  Levantar o vocabulário usado pelos indígenas e descobrir seus significados:

Palavras de origem indígena:
Açaí: yasaí - fruta que chora - fruta de onde sai líquido - coquinho pequeno amarronzado, que dá em cachos no açaizeiro (palmeira com o tronco de pequeno diâmetro e folhas finas, que também produz palmito).
Açu: (iguaçu, paraguaçu) grande, considerável, comprido, longo.
Aguapé (tupi): (awa'pé) redondo e chato, como a vitória-régia, plantas que flutuam em águas calmas.
Amapá: (ama'pá) árvore de madeira útil, e cuja casca, amarga, exsuda látex medicinal.
Aracy: a mãe do dia, a fonte do dia, a origem dos pássaros.
Biboca: moradia humilde.
Caboclo: (kariboka) procedente do branco, mestiço de branco com índio (cariboca, carijó, caburé, tapuio).
Canoa: embarcação a remo, esculpida no tronco de uma árvore; uma das primeiras palavras indígenas registradas pelos descobridores espanhóis.
Capenga: pessoa coxa, manca.
Capim: caapii - mato fino - folha delgada.
Carioca: kari'oka, casa do branco.
Catapora: Tatá é fogo, para é interno. Catapora, portanto quer dizer fogo interno. Ou febre intensa, um dos sintomas da doença.
Cipó: plantas trepadeiras e flexíveis que sobem pelas árvores entrançando-se nelas.
Cuica: ku'ika - espécie de rato grande com o rabo muito comprido, semelhante ao canguru - instrumento de percussão feito com um pequeno cilindro em uma de cujas bocas se prende uma pele bem estirada.
Deni: tribo indígena aruaque(aruake), que vive pelos igarapés do vale do rio Cunhuã, entre as desembocaduras dos rios Xiruã e Pauini, Amazônia. Somam cerca de 300 pessoas, e os primeiros contatos com a sociedade nacional ocorreram na década de 60.
Iguaçu: água grande, lago grande, rio grande.
Ipanema: lugar fedorento.
Ipiranga: rio vermelho.
Jacu: (yaku) uma das espécies de aves vegetarianas silvestres, semelhantes às galinhas, perus, faisões.
Juçara: palmeira fina e alta com um miolo branco, do qual se extrai o palmito.
Mandioca: aipim, macaxeira, raiz que é principal alimento dos índios brasileiros.
Mingau: papa de farinha de trigo,de mandioca, de milho ( maizena ) ou aveia. Coisa muito mexida, que ficou mais rala do que se esperava.
Oca: cabana ou palhoça, casa de índio (ocara, manioca).
Pará (1): rio.
Paçoca PA-SOKA: de PO-ÇOC, “esmagar com as mãos”.
Pará (2): prefixo utilizado no nome de diversas plantas.
Paraíba (1): paraiwa, rio ruim, rio que não se presta à navegação.
Paraná: mar
Pernambuco: mar com fendas, recifes.
Pereba: pequena ferida.
Piauí: Rio de piaus (tipo de peixe).
Pindaíba: anzol ruim, quando não se consegue pescar nada.
Pipoca: significa pele estourada.
Piruá: é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
Sergipe: rio do siri.
Tiririca: tiririka - arrastando-se (alastrando-se) - erva daninha famosa pela capacidade de invadir velozmente terrenos cultivados - estado nervoso das pessoas, provocado por um motivo que parece incessante.
Urubu: galinha preta.
Xará: (X-rer-á) tirado do meu nome.
Yara: deusa das águas, lenda da mulher que mora no fundo dos rios.

TEATRO 

Paraíso Indígena (Monique Saliba)

Narrador – Hoje vou contar uma história muito especial sobre os índios que tiveram, e continuam tendo, um papel muito importante na cultura brasileira. Há muito tempo atrás as florestas tinham muitas tribos indígenas, os índios que viviam ali eram os que mais cuidavam da terra e sempre a protegiam. Eles foram os primeiros habitantes dessa terra. Adoravam cantar e dançar alegrando a todos.
Com vocês os indiozinhos.

Os Indiozinhos

1,2,3 indiozinhos
4,5,6 indiozinhos
7,8,9 indiozinhos
10 um pequeno bote

Iam navegando pelo rio abaixo
Quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
Quase vazio virou

1,2,3 indiozinhos
4,5,6 indiozinhos
7,8,9 indiozinhos
10 um pequeno bote

Iam navegando pelo rio abaixo
Quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
Quase vazio virou
Quase vazio virou
Quase vazio virou
Mas não virou.


Narrador – Quando anoitece nas tribos indígenas a lua brilha lá no alto iluminando toda a floresta encantando a todos com a sua beleza e magia. A lua é a guardiã dos índios que sempre alegra a floresta.
Com vocês a Lua.
Narrador – Os indiozinhos cuidavam sempre da água da floresta, era limpinha, tinha peixinhos coloridos, todos os animais bebiam dessa água fresquinha que ajudava manter sempre a vida em harmonia na floresta.
 Com vocês a água do nosso Planeta
Narrador- Os animais eram preservados e respeitados, viviam felizes e celebravam a vida, tinham seus filhotes e os índios sempre cuidavam de todos desta terra com muito amor, eles sabiam o valor da vida.
Com vocês os animais.
Narrador- Mensagem Final
Natureza é alegria, paz, harmonia.
Natureza é vida.
Vida que habita em cada elemento vegetal, mineral ou animal, e que habita em você, em mim, em todos nós.
Somos parte de toda essa maravilha que admiramos... A natureza

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CARRARO, Fernando. Geografia de Santa Catarina, 5º ano. São Paulo: FTD, 2008.
FIORI, Neide Almeida. Santa Catarina de todas as gentes: história e cultura, 4º ou 5º ano. Curitiba: Base Livros Didáticos, 2009.
BENEDET, Cristina. Atlas Ambiental Escolar do Município de Alfredo Wagner. Florianópolis, 2008.
SOURIENT, Lílian. Santa Catarina: Interagindo com a História. São Paulo: Editora do Brasil, 2003.