ATENÇÃO PAIS E ALUNOS:
Inicio das aulas na Escola de Educação Básica Silva Jardim - 25 de Fevereiro.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Projeto Tosco, poemas ...
Se ela dança a eu danço
Se você diz!
Vai, requebra aí então
Já comecei de forma estúpida
Um baita bobalhão
É um filme que foi visto
Com uma história bem relevante
“Da dama e do vagabundo”
Mas na real é cativante
Ele é um jovem das ruas
Dança “street” e joga basquete
Faz bagunça com os amigos
É sem futuro, um pivete
Que tenta roubar um carro
Atitude irracional
Foi pego pela polícia
Consciência imoral
Vira faxineiro de uma escola
De limpeza em geral
Ela é dançarina
Faz dança clássica e balé
Vai para a escola cedo
Tem um futuro “filé”
Mas é pressionada pela mãe
Que vive pegando no pé
De uma filha confusa
Que cada vez mais
Perde sua fé
Ela dança
Ele limpa o chão
Ela testa os alunos
Para ver se eles são bons
Ele observa de longe
Cada apresentação
Ela se cansa
De tantas tentativas em vão
Ele se apaixona
E pede atenção
Ela olha confusa
E nega com precipitação
Ele pede de novo
Esperando aceitação
Ela aceita
E a dança começa então
Entre um passo e outro
O clima muda entre eles
Ela corrige o que ele erra
Poxa perdi a rima! Azar o deles!
Ele decide estudar
A diretora se anima
Mas diz que o tecido não é seda
E a linha não é fina
Ele tem que provar sua capacidade
Pra na escola entrar
Ele se dispõe a apresentação
Com coreografia a dançar
E entre idas e vindas
E desavenças rolar
A tal dança
Ele e a bailarina
Irão apresentar
Depois do sucesso da apresentação
A diretora pensa na proposta do
rapaz
E resolve aceitá-la
E dar uma chance a mais
Pois vendo a capacidade dele
Notou que o que ele faz
Não é só música e dança
Mas também é um ritmo de paz
Autor:
Sergio Gerber
Professora: Wenda
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Surgimento da Internet
Para
quem conhece a Internet há menos de cinco anos, sua história poderá parecer
surpreendente. Em nenhum momento dos seus primeiros anos concebeu-se o que vem
acontecendo hoje. Os motivos do seu surgimento também estavam bem longe da
vocação comercial que a Rede assumiu ao longo dos últimos anos.
Para compreender todas essas mudanças, é preciso
voltar um pouco no tempo. No final da década de cinquenta, no auge da Guerra
Fria, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos concebeu a ARPA - Advanced
Research Projects Agency. Sua função era liderar as pesquisas de ciência e
tecnologia aplicáveis às forças armadas. Um dos objetivos foi o de se ter a
possibilidade de desenvolver projetos em conjunto, sem o inconveniente da
distância física, nem o risco de se perder dados e informações de uma base
destruída em caso de combate.
Assim, em 1969, foi criada a ARPANET - ARPAnetwork
e em outubro do mesmo ano foi enviada a primeira mensagem remotamente,
inaugurando na prática suas atividades. Durante os anos seguintes, a ARPANET
foi sendo ampliada com novos pontos em todo os Estados Unidos, passando a
incluir também universidades. Em 1971, surgiu o modelo experimental do e-mail
(o seu primeiro software veio em 1972), ampliando a utilidade da Rede. Já em
1973, foram criadas as primeiras conexões internacionais, interligando
computadores na Inglaterra e na Noruega.
O resto da década de 70 foi marcado pelo
crescimento da Rede, por onde circularam mensagens enviadas até mesmo pela
Rainha da Inglaterra, Elizabeth II. Também surgiram outras redes paralelas que
posteriormente viriam a se unir à ARPANET. Essa união não significava em todos
os casos o desaparecimento de alguma dessas redes, pois uma das premissas da
ARPANET era de que ela fosse capaz de comunicar se com qualquer computador e/ou
rede que houvesse. Essa premissa se mantém até hoje.
Em 1982, foi implementado o TCP/IP, protocolo
padrão da Rede. No ano seguinte, toda a parte militar (que recebeu o nome de
MILNET) foi separada da ARPANET. Em 1985, surgiram os primeiros domínios (.edu,
.org e .gov), logo após à criação deste conceito. Também nessa época, começou a
ser usado o nome INTERNET para se referir ao conjunto de redes liderado pela
ARPANET. Depois da cisão com a parte militar e o uso já comum do termo
INTERNET, a ARPANET se esvaziou e deixou de existir oficialmente em 1990.
Como o pressuposto da Internet é que ela seja
aberta a qualquer computador ou rede que deseje se conectar, é preciso haver
uma forma de tornar possível essa comunicação, pois sistemas diferentes usam
computadores e linguagens diferentes. A maneira de conseguir isso foi através
da criação de um protocolo de comunicação padrão, o TCP/IP. Um protocolo é uma
forma de comunicação entre computadores. Usando o mesmo protocolo, sistemas
diferentes conseguem estabelecer entre si a comunicação desejada.
Em 1991, surgiu a WWW, liderando uma grande mudança
nos hábitos e no perfil dos usuários da INTERNET. Um grupo de cientistas do
CERN - Laboratoire Européen pour la Physique des Particules decidiu
tornar seu tempo de uso da Rede mais rápido, fácil e produtivo. Para isso,
desenvolveram e acabaram por criar, em 1991, o serviço WWW. Na época era muito
complicado e trabalhoso navegar na Internet. Somente programadores e operadores
tinham capacidade para usar a Rede e mesmo para eles isso era trabalhoso e
despendia tempo. Com a WWW, a tarefa de navegar tornou-se extremamente simples.
Endereçamentos amigáveis e visualização clara e rápida possibilitaram ao leigo
um acesso antes restrito a especialistas.
Para navegar nesse novo sistema, foi criado um novo
tipo de software, conhecido como browser ou navegador. O primeiro a ter grande
impacto foi o Mosaic, liderado por M. Andreeseen, que mais tarde fundaria a
Netscape Communications Corporation. O Mosaic se espalhou por milhares de usuários,
tornando a WWW conhecida rapidamente, o que levou à multipligação da quantidade
de home-pages disponíveis. Com essa multiplicação, mais usuários aderiram,
criando um ciclo de crescimento da ordem de 300% ao ano, nos cinco primeiros
anos de sua existência.
Com essa explosão e a facilidade de uso, começaram
a surgir os usuários de fora das universidades: empresas e pessoas físicas. É
quase incontável a quantidade de novos negócios que surgiram e continuam a
surgir com os nichos criados pela explosão da WWW. O melhor campo para se
observar é o de software. Empresas surgiram da Rede e para a Rede, como a
Netscape . Seu primeiro produto foi o browser Netscape
Navigator, o qual, com o tempo, superou o antigo Mosaic, e mantém uma posição
de destaque num mercado com vários concorrentes.
A estrutura de acesso antes da WWW foi
originalmente projetada para membros de centros de pesquisa e universidades. A
maior parte das conexões era feita dos próprios centros e laboratórios das
universidades, e as que eram feitas de outros locais (casas, escritórios etc.)
usavam linhas telefônicas e eram perfeitamente suportadas pela estrutura
existente. Porém, com milhares de novos usuários, uma nova estrutura precisou
ser montada para complementar a existente. É onde entram os provedores de
acesso. Essas empresas têm uma conexão permanente (geralmente de grande
capacidade) e modems ligados a linhas telefônicas, disponíveis em grande número
para prover acesso aos seus usuários. Mais adiante será explicado em detalhes o
funcionamento dos provedores e seu papel no crescimento da Internet.
Além do surgimento de empresas como a Netscape, as
tradicionais empresas de informática voltaram seus olhos para esse novo
mercado. Algumas mais rapidamente, como a Sun Microsystems, Inc.
, cheia de inovações para a Web, como a linguagem
JAVA, ou a Cisco Systems, Inc. , produzindo um dos
principais equipamentos utilizados na Internet, os roteadores, que muito
ajudaram a rápida expansão da Rede. Outras empresas foram mais lentas, como a
gigante Microsoft Corporation . Bill Gates,
seu fundador e ex-presidente, chegou a chamar a Internet de "uma bagunça
sem real potencial de negócios".
O fato é que a Internet chegou a ser um fenômeno de
massa, com milhões de usuários espalhados pelo mundo, movimentando milhões de
dólares em comércio eletrônico. Há vários fatores que colaboraram com isso, um
deles é o fato de a tecnologia Internet ser barata (até por ter sido desenvolvida
em grande parte em Universidades e outros centros de pesquisa) e aberta, tendo
sido rapidamente incluída em todos os sistemas operacionais. Aplicações que
antes eram onerosas (exigindo soluções proprietárias e desenvolvimento
específico), com a tecnologia Internet se tornaram bem mais baratas, inclusive
pelo maior número de usuários para ratear os custos.
No final do século, a Internet mantém taxas de
crescimento altíssimas e novos negócios surgem a cada momento. O que é novidade
hoje, amanhã poderá ser apenas uma lembrança ou tornar-se uma idéia bem
sucedida e adaptada à rotina da Rede. É muito difícil se prever exatamente como
será o futuro da Internet, mas uma coisa é certa: a Rede terá um impacto cada
vez maior na sociedade, em todo o mundo.
Desenvolvimento da Internet
Foi somente no ano de 1990 que a Internet começou a alcançar a
população em geral. Neste ano, o engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu a
World Wide Web, possibilitando a utilização de uma interface gráfica e a
criação de sites mais dinâmicos e visualmente interessantes. A partir deste
momento, a Internet cresceu em ritmo acelerado. Muitos dizem, que foi a maior
criação tecnológica, depois da televisão na década de 1950.
A década de 1990 tornou-se a era de expansão da
Internet. Para facilitar a navegação pela Internet, surgiram vários navegadores
(browsers) como, por exemplo, o Internet Explorer da Microsoft e o Netscape
Navigator.O surgimento acelerado de provedores de acesso e portais de serviços
on line contribuíram para este crescimento. A Internet passou a ser utilizada
por vários segmentos sociais. Os estudantes passaram a buscas informações para
pesquisas escolares, enquanto jovens utilizavam para a pura diversão em sites
de games. As salas de chat tornaram-se pontos de encontro para um bate-papo virtual
a qualquer momento. Desempregados iniciaram a busca de empregos através de
sites de agências de empregos ou enviando currículos por e-mail. As empresas
descobriram na Internet um excelente caminho para melhorar seus lucros e as
vendas on line dispararam, transformando a Internet em verdadeiros shopping
centers virtuais.
Nos dias atuais, é impossível pensar no mundo
sem a Internet. Ela tomou parte dos lares de pessoas do mundo todo. Estar
conectado a rede mundial passou a ser uma necessidade de extrema importância. A
Internet também está presente nas escolas, faculdades, empresas e diversos
locais, possibilitando acesso as informações e notícias do mundo em apenas um
click.
A febre das redes sociais
A partir de 2006, começou uma nova era na
Internet com o avanço das redes sociais. Pioneiro, o Orkut ganhou a preferência
dos brasileiros. Nos anos seguintes surgiram outras redes sociais como, por
exemplo, o Facebook e o Twitter.
Os sites de compras coletivas
A partir de 2010, um novo serviço virou febre no
mundo da Internet. Conhecidos como sites de compras coletivas, eles fazem a
intermediação entre consumidores e empresas. Estes sites conseguem negociar
descontos para a venda de grande quantidade de produtos e serviços. Os
consumidores compram cupons com 50% de desconto ou até mais. Os sites que mais
se destacam neste segmento são: Peixe Urbano e Groupon.
Você sabia?
- Os
browsers (navegadores de Internet) mais usados na atualidade são:
- Internet Explorer
- Firefox
- Ópera
- Google Chrome
- Firefox
- Ópera
- Google Chrome
Aplicação dos recursos de informática na educação
informática com
acesso à Internet, softwares educacionais e programas básicos (editores de
texto, programas de edição de imagens e apresentações, planilhas de cálculo,
etc). Porém, basta ter os recursos? Como utilizá-los de maneira a garantir o
desenvolvimento do aluno? Estas são apenas algumas questões levantadas por
educadores brasileiros.
Em primeiro lugar, temos que partir do princípio de que o computador é apenas uma ferramenta. Sozinho, não é capaz de trazer avanços educacionais. Uma escola que resolve utilizá-lo como recurso didático necessita de bons professores, preparados e treinados, para utilizar os recursos oferecidos por este sistema tecnológico de forma significativa.
Colocar qualquer software para os alunos usarem não gera aprendizado. É importante que a escola tenha um projeto pedagógico que envolva a utilização do computador e seus recursos. O aluno não pode ser um mero digitador, mas sim, ser estimulado a produzir conhecimentos com o uso do computador. Neste sentido, o professor deve agir como um orientador do projeto que está sendo desenvolvido.
O uso da Internet também é um caso importante. De nada adianta pedir para um aluno fazer uma pesquisa na Internet sem as devidas orientações. Cabe ao professor instruir os alunos para que estes não façam simples cópias de textos encontrados em sites. Apenas copiando, os alunos não vão aprender. As orientações devem ser no sentido de como elaborar uma pesquisa, como encontrar sites confiáveis, como gerar conhecimentos com o material pesquisado, etc.
Outro ponto importante é o incentivo à criação. O aluno não deve ser colocado de forma passiva diante do computador. As ferramentas tecnológicas devem servir de base para a criação. Uma planilha de cálculos, por exemplo, pode ser usada para um trabalho de Matemática com dados estatísticos, criando fórmulas e gerando gráficos. Um editor de textos pode ser usado para a criação de um jornal com notícias e informações sobre o conteúdo de uma disciplina. Um programa de apresentação (PowerPoint) apresenta inúmeras possibilidades na elaboração de aulas com imagens, sons e outros elementos multimídia.
O importante ao utilizarmos recursos de informática na sala de aula, é não transformar a máquina na principal figura educacional. Professores e alunos devem assumir o papel de principais personagens e usar criatividade, raciocínio e atitudes ativas para a produção do conhecimento. Somente desta forma, o aluno estará se preparando para o mercado de trabalho e para a vida.
Em primeiro lugar, temos que partir do princípio de que o computador é apenas uma ferramenta. Sozinho, não é capaz de trazer avanços educacionais. Uma escola que resolve utilizá-lo como recurso didático necessita de bons professores, preparados e treinados, para utilizar os recursos oferecidos por este sistema tecnológico de forma significativa.
Colocar qualquer software para os alunos usarem não gera aprendizado. É importante que a escola tenha um projeto pedagógico que envolva a utilização do computador e seus recursos. O aluno não pode ser um mero digitador, mas sim, ser estimulado a produzir conhecimentos com o uso do computador. Neste sentido, o professor deve agir como um orientador do projeto que está sendo desenvolvido.
O uso da Internet também é um caso importante. De nada adianta pedir para um aluno fazer uma pesquisa na Internet sem as devidas orientações. Cabe ao professor instruir os alunos para que estes não façam simples cópias de textos encontrados em sites. Apenas copiando, os alunos não vão aprender. As orientações devem ser no sentido de como elaborar uma pesquisa, como encontrar sites confiáveis, como gerar conhecimentos com o material pesquisado, etc.
Outro ponto importante é o incentivo à criação. O aluno não deve ser colocado de forma passiva diante do computador. As ferramentas tecnológicas devem servir de base para a criação. Uma planilha de cálculos, por exemplo, pode ser usada para um trabalho de Matemática com dados estatísticos, criando fórmulas e gerando gráficos. Um editor de textos pode ser usado para a criação de um jornal com notícias e informações sobre o conteúdo de uma disciplina. Um programa de apresentação (PowerPoint) apresenta inúmeras possibilidades na elaboração de aulas com imagens, sons e outros elementos multimídia.
O importante ao utilizarmos recursos de informática na sala de aula, é não transformar a máquina na principal figura educacional. Professores e alunos devem assumir o papel de principais personagens e usar criatividade, raciocínio e atitudes ativas para a produção do conhecimento. Somente desta forma, o aluno estará se preparando para o mercado de trabalho e para a vida.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Leituras para o vestibular
UFSC/2013
1.
Amar, verbo intransitivo de Mário d Andrade,
editora Agir
2.
Beijo no asfalto de Nelson Rodrigues, editora
Nova Fronteira
3.
Capitães de areia de Jorge Amado, editora
Companhia das Letras
4.
Ecos do porão de Silveira de Souza, editora da
UFSC
5.
Geração do deserto de Guido Wilmar Sassi,
editora Movimento
6.
Memórias de um sargento de milícias de Manoel Antônio de Almeida,
NUPILL/UFSC, esta obra está disponibilizada na literatura digital/UFSC e na
biblioteca nacional digital
7.
Memórias sentimentais de João Miramar de Oswald
de Andrade, editora Globo
8.
Poesia Marginal de diversos autores, editora
Ática
UDESC 2013/1
1.
Amar, verbo intransitivo de Mário d Andrade,
editora Agir
2.
Beijo no asfalto de Nelson Rodrigues, editora
Nova Fronteira
3.
Capitães de areia de Jorge Amado, editora
Companhia das Letras
4.
Ecos do porão de Silveira de Souza, editora da
UFSC
5.
Geração do deserto de Guido Wilmar Sassi,
editora Movimento
Observações:
·
É fundamental a leitura integral das obras;
·
Faz-se necessário o conhecimento do contexto
social, cultural, histórico e estético das obras relacionadas;
·
A leitura reflexiva dessas obras desenvolve a
capacidade de análise e interpretação de textos e a identificação das
características dos diversos gêneros literários.
BOA LEITURA!
terça-feira, 30 de outubro de 2012
É Halloween no Silva Jardim
Dia do Livro 29\10 Halloween 31\10
Para incentivar a leitura e comemorar estas datas as
professoras Edna e Cássia, caracterizadas, propuseram aos alunos uma visita à
biblioteca.
Lá encontraram um ambiente de arrepiar, com direito a
vampiros, bruxas, morcegos e muito mais.
- Fantasma da Ópera
- A maldição de Horrendo
- Os herdeiros do lobo
- Na barreira do inferno
- A tulipa negra
- Uma voz do outro mundo
- Quem tem medo de monstro e outros mais...
Os alunos, é claro, foram contagiados pelo clima, visto ser
este um tema que sempre chama a atenção das crianças e adolescentes.
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